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Fábio Navarro escolheu a escrita, pois não havia saída para o que fervia em seu hipotálamo. Desde os tempos onde, morando em um dos últimos círculos do inferno interiorano paulista,aprendeu que até um papel de pão servia como exorcismo. Nascido nos últimos dias de setembro, quando as folhas já não mais florescem. Expelido por entre restilos de cana de açúcar, dentro do ventre de uma cidade do interior, resolveu sair de casa cedo. Tão cedo que por mais que tente regredir o tempo, não consegue.

Mas esconde-se o máximo que pode através de fantasiosas inverdades escritas em papéis ou destiladas em espaços binários.

Fanático varrido por músicas estranhas, escreve sobre elas em dois sites cariocas, além do seu próprio espaço. 
Anarquista de HQ, descrente da profissão biológica e acreditando que Deus na verdade é Andy Kauffman, trabalha em seu segundo livro.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

SE NÃO CONSEGUE MONTAR EM CAVALOS USADOS, DANCE!!!!!

Nome de banda que se preze tem que ter alguma relação com o esquisito. Lábios flamejantes ou abóboras arrasadoras sempre foram convidativas à uma audição mais atenta. Não por acaso que uma banda que se chama EU AMO MONTROS, despertaria interesse.
Nascida há dois anos em Nova Yorke, o I LOVE MONSTERS tem em seu som algo que não pode ser chamado de originalidade.
As notas tocadas por Brett (baixo e vocal), Micah (guitarra e voz), Jeff (guitarra) e Jon (bateria) não são novas e não tem a potência necessária para que os EP's que a banda lança (atualmente 3 no total que você pode baxar AQUI), sejam considerados obras primas de uma década que se inicia. Nem tão pouco esse conjunto de acordes parece algo diferente de uma refeição que acabou se ser levada ao micro-ondas e sofreu o enésimo reaquecimento deixando no ar uma sensação de que a deglutição além de difícil, será muitas vezes menos saborosa.....

Mas então para que perder seu tempo com uma banda reciclada e descartada que usa sonzetes amestrados de massas sonoras muito melhores como Killers, Doves, Bravery, Primitives, Futureheads, Metric adicionando vocais quase afônicos de Brett, que muitas vezes pode em manhã de ressaca fazer você querer jogar seu som pela janela. Para que?????
Simples.
Mesmo sendo uma das bandas que mais eu já vi copiar estilos sem escrúpulos, I LOVE MONSTERS possui uma capacidade de fazer melodias pegajosas e dançantes, sem necessariamente apelar para aquela intelectualidade chata e desavergonhadamente imbecil que diz que para que uma banda seja considerada boa ela precisa ter uma vocalista, sintetizadores, guitarras retiradas dos segundo disco do Joy Division ou ainda das viagens hinduístas de George Harrison. A banda assume esse lado cópia e brinca com isso colocando seus pés para mexer, só por isso já merecem uma audição. nem que seja descartável........

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STOP PRETENDING








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